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Etiqueta na Prática
Etiqueta na Prática

 

ETIQUETA NA PRÁTICA

Dicas de Célia Ribeiro

 

Jamais estaremos sozinhos num elevador.  Cuidado em tomar atitudes que não se faz diante de ninguém: mexer no nariz é uma delas.  Com as câmeras permanentemente ligadas para possíveis futuras exibições do que acontece naquele recinto, que é um meio de locomoção urbano, pode-se protagonizar uma sessão hilária.  O mesmo vale para um casal de namorados.  E parece que as pessoas não lembram esta câmara indiscreta constantemente atenta.

 

Ser tratado pelo nome acalenta a autoestima e favorece uma boa comunicação entre as pessoas, especialmente nas relações profissionais.

Tratar a mãe de um bebê, da menina que aprende os primeiros passos de balé e da criança de escolinha de arte de “mãezinha” é desvalorizar sua identidade.  O mesmo vale para um vendedor diante de pessoas de idade que ele atende, dizendo vovó e vovô.  Com muita razão e sem estresse, pessoas bem-educadas reagem: “Por favor, eu me chamo Regina.  Prefiro que me trate pelo nome”.

Ao iniciar uma conversa, mencionar o nome de alguém – dona Regina, seu Pedro – ou simplesmente citar “senhora” ou “senhor”, seguindo-se a ação verbal, é um sinal de respeito e interesse.  Também as crianças desde cedo são sensíveis à sua identidade, sendo tratadas na escola e nos consultórios pelo nome que estão habituadas a ouvir na sua família.  É bom lembrar que perguntar à pessoa com quem se fala seu nome é valorizá-la.  Assim fazem os vendedores bem treinados, para logo se identificarem.

 

Fonte:  Jornal ZeroHora/Célia Ribeiro de 13/09/2015